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Ações no Radar

Quais ações brasileiras estão no radar para agosto de 2024?

04 de agosto de 2024, às 13:31hrs
Por Rodrigo Ipolito, na Redação em Belo Horizonte, Brasil.

Agosto de 2024 chegou com diversas oportunidades interessantes para investidores na Bolsa de Valores brasileira. Após um primeiro semestre marcado pela volatilidade e pela saída de capital estrangeiro, julho finalmente trouxe um alívio com a entrada de R$ 3,2 bilhões do exterior, reduzindo a saída acumulada no ano. A curva de juros também apresentou uma abertura nos vencimentos mais curtos, refletindo as expectativas de aperto monetário devido à inflação em alta. Neste cenário, algumas ações se destacam como boas oportunidades de investimento.

Entre as ações recomendadas pelos especialistas do mercado financeiro, a Gerdau (GGBR4) aparece como uma das favoritas. A maior produtora de aços longos das Américas tem se beneficiado de uma diversificação geográfica que minimiza a exposição aos preços voláteis do minério de ferro. Com uma redução de custos esperada para o segundo semestre de 2024, a companhia está bem posicionada para aproveitar um cenário mais positivo no mercado doméstico de aço. A Gerdau negocia a múltiplos atraentes, abaixo de seus pares domésticos e globais, tornando-se uma escolha sólida para investidores.

No setor de Petróleo & Gás, a Prio (PRIO3) substitui a Petrobras nas recomendações, principalmente para reduzir a exposição política do portfólio. A Prio apresenta oportunidades de crescimento orgânico e múltiplos atrativos, com potenciais catalisadores positivos no curto prazo, como a resolução da greve do Ibama e fusões e aquisições que agregam valor. Além disso, mesmo em cenários de baixos preços do petróleo, a Prio tem um potencial de queda limitado, oferecendo uma combinação favorável de risco e retorno.

A Cury (CURY3), atuante no ciclo completo da incorporação imobiliária, é outra recomendação forte, especialmente no segmento econômico, com projetos enquadrados nas faixas do programa Minha Casa Minha Vida. A empresa tem mostrado um desempenho robusto, com vendas líquidas recordes e uma velocidade de vendas superior à média do setor. A diversificação progressiva para empreendimentos de médio padrão também agrega valor à Cury, tornando-a uma opção viável no setor de construção civil.

A Itaúsa (ITSA4) continua sendo uma recomendação sólida, principalmente devido aos dividendos robustos do Itaú Unibanco, que proporcionam proteção aos investidores. A discussão sobre alterações nos juros sobre capital próprio também é um fator crucial, pois pode eliminar ineficiências fiscais e reduzir o desconto das ações em relação ao valor de mercado.

O BTG Pactual (BPAC11) também se destaca, especialmente após a queda recente de suas ações. O diversificado modelo de negócios do banco tem gerado resiliência e boa performance, e os resultados robustos são esperados para os próximos trimestres. As ações do BTG estão negociando a múltiplos atrativos, o que torna este um bom ponto de entrada para investidores que buscam uma história de crescimento atraente a médio e longo prazo.

No setor elétrico, a Alupar (ALUP11) é recomendada por oferecer bons dividendos, crescimento e baixo risco. A holding nacional privada atua nos segmentos de transmissão e geração de energia, com projetos no Brasil e em outros países da América Latina. A Alupar diversifica as posições no setor elétrico, tornando-se uma escolha atrativa para quem busca uma carteira de ações com foco em dividendos.

A Vivara (VIVA3), maior varejista de joias do Brasil, é outra ação recomendada. Com um parque fabril na Zona Franca de Manaus e presença em mais de 392 lojas, a Vivara tem se destacado por sua atuação verticalizada e foco em produtos à base de ouro. A marca Life, do mesmo grupo, complementa a oferta com produtos voltados para um público mais jovem e acessível, ampliando as oportunidades de crescimento da empresa.

Essas recomendações refletem a busca por diversificação e resiliência em um cenário de incertezas econômicas e políticas. Com uma combinação de empresas bem posicionadas nos mercados doméstico e internacional, os investidores têm boas oportunidades para compor suas carteiras em agosto de 2024.

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